Entrada Solene Do II° Custódio
E
Santa Missa Dominical
Santa Missa Dominical
IV DOMINGO DA QUARESMA - ANO A
DOMINGO DE LÆTARE
BASÍLICA DO SANTO SEPULCRO
XV.III.MMXXVI
RECEPÇÃO
O Padre Custódio, vestido com hábito, é recebido à porta da igreja Basílica pelo reitor da igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com asperge a si mesmo e aos presentes.
ENTRADA
O Padre Custódio adentra na igreja, enquanto caminha asperge o povo presente, enquanto isso canta-se um hino apropriado.
ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO
Depois, convém que o Padre Custódio seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns instantes.
LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO
Um dos Frades presentes, apresenta as Letras Apostólicas aos Frades na presença do Vigário Custódio.
A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados.
Bula de Nomeação | Custódia da Terra Santa
BENTO O BISPO
SERVO DOS SERVOS DE DEUS
“Manete in dilectione mea!”
(Jo 15,9)
À venerável Custódia da Terra Santa, com sede em Jerusalém, confiada desde séculos à Ordem dos Frades Menores para a guarda dos Lugares Santíssimos da nossa Redenção, enviamos saudação, bênção e paternal afeto.
A Terra que viu os passos do Verbo Encarnado, que acolheu o mistério da Cruz e da Ressurreição, permanece como coração espiritual da cristandade. À Custódia, guardiã fiel desses santuários, compete não somente a conservação material dos Lugares Santos, mas também a custódia viva da fé, da esperança e da caridade entre os fiéis que ali residem e entre os peregrinos que ali acorrem de todas as nações.
Considerando a nobre missão confiada à referida Custódia, após a eleição do venerável frade Diogo Eugênio Ferretti ministro geral da ordem, e após madura reflexão, oração e consulta às autoridades competentes da Ordem dos Frades Menores e da Sé Apostólica, havemos por bem prover ao seu governo.
Nomeamos e constituímos o Reverendíssimo Frei Francisco Vinícius, OFM, Custódio da Terra Santa,
confiando-lhe o ofício de guardar os Lugares Santos, promover a vida fraterna entre os frades, sustentar as comunidades cristãs locais e favorecer o espírito de diálogo, reconciliação e paz naquela região tão marcada pela história da salvação.
Exortamos o novo Custódio a exercer seu ministério segundo o espírito de São Francisco de Assis, na humildade, na pobreza evangélica e na caridade ardente, lembrando-se de que custodiar é servir, e servir é amar até o fim.
Aos frades da Custódia, pedimos obediência filial e sincera colaboração; aos fiéis da Terra Santa e aos peregrinos, pedimos orações e apoio, para que a presença franciscana continue sendo sinal visível da solicitude da Igreja universal pelos Lugares da Redenção.
Confiamos esta nomeação à intercessão da Virgem Maria, Mãe da Igreja e Rainha da Paz, e invocamos também a proteção dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo.
Dado em Roma, junto de São Pedro, aos três dias do mês de março do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, segundo do nosso Pontificado.
BENTO VIII
Pontífice
No fim, todos acalmam:
AS.: Graças a Deus.
Após a Leitura da Bula de Nomeação,o Padre Custódia, presta a Profissão de Fé e o Juramento de Fidelidade.
PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE FIDELIDADE
Antes de proclamação a Profissão de Fé e, fazer o Juramento de Fidelidade, o Padre Custódio é interrogado pelo Ministro Geral ou, pelo seu delegado.
Ministro.: Caríssimo irmão, antes de assumir o ofício de Custódio da Terra Santa, é necessário que professes a fé da Igreja e prestes o Juramento de Fidelidade.
Padre Custódio.: Assim o farei.
Ministro.: Professa agora a fé da Igreja, na qual foste batizado e que és chamado a guardar e transmitir fielmente.
Então o Padre Custódio, de pé, diante do Ministro Geral, recita a seguinte Profissão de de Fé:
Padre Custódio.: Eu, Mons. Frei Francisco Vinícius creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.
Terminada a Profissão de Fé, o Padre Custódia, ainda de pé, faz o Juramento de Fidelidade. O diácono ou, na falta de um, outro ministro sustenta o Evangeliário, enquanto o Padre Custódio impõe a mão direita sobre o Evangeliário.
Ministro.: Agora presta o juramento de fidelidade no exercício do ofício que te foi confiado.
Então o Padre Custódio, de pé, diante do Ministro Geral, recita a seguinte o Juramento de Fidelidade:
Padre Custódio.: Eu, Mons. Frei Francisco Vinícius, ao assumir o ofício de Custódio da Terra Santa, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica e com a fraternidade, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no
Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio ao Romano Pontífice, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.
Ao término da Profissão de Fé e Juramento de Fidelidade, o Padre Custódio recebe, do Ministro Geral ou, de seu delegado, o Carimbo da Custódia da Terra Santa:
ENTREGA DO SELO DA CUSTÓDIA
Tendo feito a profissão de fé e o Juramento de Fidelidade, o Ministro Geral entrega então o Selo da Custódia da Terra Santa, dizendo:
Ministro.: Recebe o selo da Custódia da Terra Santa, sinal do teu ofício;
com ele confirmarás os atos da Custódia e exercerás fielmente o ministério que te foi confiado.
O Padres Custódio responde:
Padre Custódio.: Amém. Graças a Deus.
Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o Padre Custódio, o Ministro Geral ou, Delegado e sacerdotes concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.
SANTA MISSA
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
ANTÍFONA DE ENTRADA
(cf. Is 66,10-11)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Alegra-te, Jerusalém! Reuni-vos, vós todos que a amais! Cheios de júbilo, exultai de alegria, vós que estais tristes, e sereis saciados nas fontes da vossa consolação.
SAUDAÇÃO INICIAL
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
℣.: Senhor, que na água e no Espírito nos regenerastes à vossa imagem, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, Senhor, tende piedade de nós!
℣.: Cristo, que enviais o vosso Espírito para criar em nós um coração novo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, Cristo, tende piedade de nós!
℣.: Senhor, que nos tornastes participantes do vosso Corpo e do vosso Sangue, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, Senhor, tende piedade de nós!
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
ORAÇÃO DA COLETA
(Silêncio)
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, que por vossa Palavra realizais de modo admirável a reconciliação do gênero humano, concedei ao povo cristão correr ao encontro das festas que se aproximam, cheio de fervor e exultando de fé. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(1Sm 16,1b.6-7.10-13a)
Leitor: Leitura do Primeiro Livro de Samuel:
Naqueles dias, o Senhor disse a Samuel: Enche o chifre de óleo e vem para que eu te envie à casa de Jessé de Belém,
pois escolhi um rei para mim entre os seus filhos. Assim que chegou, Samuel viu a Eliab e disse consigo 'Certamente é este o ungido do Senhor!' Mas o Senhor disse-lhe: Não olhes para a sua aparência nem para a sua grande estatura, porque eu o rejeitei. Não julgo segundo os critérios do homem: o homem vê as aparências, mas o Senhor olha o coração' Jessé fez vir seus sete filhos à presença de Samuel, mas Samuel disse: 'O Senhor não escolheu a nenhum deles'. E acrescentou: 'Estão aqui todos os teus filhos?' Jessé respondeu: Resta ainda o mais novo que está apascentando as ovelhas'. E Samuel ordenou a Jessé: 'Manda buscá-lo, pois não nos sentaremos à mesa enquanto ele não chegar'. Jessé mandou buscá-lo. Era Davi, ruivo, de belos olhos e de formosa aparência. E o Senhor disse: 'Levanta-te, unge-o: é este!' Samuel tomou o chifre com óleo e ungiu a Davi na presença de seus irmãos. E a partir daquele dia o espírito do Senhor se apoderou de Davi.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 22(23),1-3a.3b-4.5.6 (R. 1))
℟. O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ, NÃO ME FALTA COISA ALGUMA!
— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças ℟.
— Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança! ℟.
— Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda. ℟.
— Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos. ℟.
SEGUNDA LEITURA
(Ef 5,8-14)
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Éfesios
Irmãos:
Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor. Vivei como filhos da luz. E o fruto da luz chama-se: bondade, justiça, verdade. Discerni o que agrada ao Senhor. Não vos associeis às obras das trevas, que não levam a nada; antes, desmascarai-as. O que essa gente faz em segredo, tem vergonha até de dizê-lo. Mas tudo que é condenável torna-se manifesto pela luz; e tudo o que é manifesto é luz. É por isso que se diz: 'Desperta, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e sobre ti Cristo resplandecerá.'
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO
(Jo 8,12)
A VÓS, LOUVOR E HONRA,
A VÓS, LOUVOR E HONRA,
A VÓS, LOUVOR E HONRA,
SENHOR JESUS (BIS)
POIS EU SOU A LUZ DO MUNDO, QUEM NOS DIZ É O SENHOR, E VAI TER A LUZ DA VIDA QUEM SE FAZ MEU SEGUIDOR.
A VÓS, LOUVOR E HONRA,
A VÓS, LOUVOR E HONRA,
A VÓS, LOUVOR E HONRA,
SENHOR JESUS (BIS)
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
℣.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mais longo: Jo 9,1-41
ou mais breve: Jo 9,1.6-9.13-17.34-38)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo: Ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença. Os discípulos perguntaram a Jesus: 'Mestre, quem pecou para que nascesse cego: ele ou os seus pais?' Jesus respondeu: 'Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso serve para que as obras de Deus se manifestem nele.
É necessário que nós realizemos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia. Vem a noite, em que ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo.' Dito isto, Jesus cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego. E disse-lhe: 'Vai lavar-te na piscina de Siloé' (que quer dizer: Enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando. Os vizinhos e os que costumavam ver o cego - pois ele era mendigo - diziam: 'Não é aquele que ficava pedindo esmola?' Uns diziam: 'Sim, é ele!' Outros afirmavam: 'Não é ele, mas alguém parecido com ele.' Ele, porém, dizia: 'Sou eu mesmo!' Então lhe perguntaram: 'Como é que se abriram os teus olhos?' Ele respondeu: 'Aquele homem chamado Jesus fez lama, colocou-a nos meus olhos e disse-me: 'Vai a Siloé e lava-te'. Então fui, lavei-me e comecei a ver.' Perguntaram-lhe: 'Onde está ele?' Respondeu: 'Não sei.' Levaram então aos fariseus o homem que tinha sido cego. Ora, era sábado, o dia em que Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego. Novamente, então, lhe perguntaram os fariseus como tinha recuperado a vista. Respondeu-lhes: 'Colocou lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!' Disseram, então, alguns dos fariseus: 'Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado.'
Mas outros diziam: 'Como pode um pecador fazer tais sinais?' E havia divergência entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: 'E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?'
Respondeu: 'É um profeta.' Então, os judeus não acreditaram que ele tinha sido cego e que tinha recuperado a vista. Chamaram os pais dele e perguntaram-lhes: 'Este é o vosso filho, que dizeis ter nascido cego? Como é que ele agora está enxergando?' Os seus pais disseram: 'Sabemos que este é nosso filho e que nasceu cego. Como agora está enxergando, isso não sabemos. E quem lhe abriu os olhos também não sabemos. Interrogai-o, ele é maior de idade, ele pode falar por si mesmo.' Os seus pais disseram isso, porque tinham medo das autoridades judaicas. De fato, os judeus já tinham combinado expulsar da comunidade quem declarasse que Jesus era o Messias. Foi por isso que seus pais disseram: 'É maior de idade. Interrogai-o a ele.' Então, os judeus chamaram de novo o homem que tinha sido cego. Disseram-lhe: 'Dá glória a Deus! Nós sabemos que esse homem é um pecador.' Então ele respondeu: 'Se ele é pecador, não sei. Só sei que eu era cego e agora vejo.' Perguntaram-lhe então: 'Que é que ele te fez? Como te abriu os olhos?' Respondeu ele: 'Eu já vos disse, e não escutastes. Por que quereis ouvir de novo? Por acaso quereis tornar-vos discípulos dele?' Então insultaram-no, dizendo: 'Tu, sim, és discípulo dele! Nós somos discípulos de Moisés. Nós sabemos que Deus falou a Moisés, mas esse, não sabemos de onde é.' Respondeu-lhes o homem: 'Espantoso! Vós não sabeis de onde ele é? No entanto, ele abriu-me os olhos! Sabemos que Deus não escuta os pecadores, mas escuta aquele que é piedoso e que faz a sua vontade. Jamais se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença. Se este homem não viesse de Deus, não poderia fazer nada'. Os fariseus disseram-lhe: 'Tu nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?' E expulsaram-no da comunidade. Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: 'Acreditas no Filho do Homem?' Respondeu ele: 'Quem é, Senhor, para que eu creia nele?' Jesus disse: 'Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo.' Exclamou ele: 'Eu creio, Senhor'!
E prostrou-se diante de Jesus. Então, Jesus disse: 'Eu vim a este mundo para exercer um julgamento, a fim de que os que não veem, vejam, e os que veem se tornem cegos.' Alguns fariseus, que estavam com ele, ouviram isto e lhe disseram: 'Porventura, também nós somos cegos?'
Respondeu-lhes Jesus: 'Se fôsseis cegos, não teríeis culpa;
mas como dizeis: 'Nós vemos', o vosso pecado permanece.'
Ou, forma breve
Naquele tempo, ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença. E cuspiu no chão e fez lama com saliva e colocou-a sobre os olhos do cego. E disse lhe: "Vai lavar na piscina de Siloé". O cego foi lavou-se e voltou enxergando. Os vizinhos e os que estavam acostumados ver o cego - pois ele era mendigo - diziam: "Não é aquele que ficava pedindo esmola?" Uns diziam: "sim, é ele!" Outros afirmavam: "Não é ele, mas alguém parecido com ele." Ele porém dizia: "Sou eu mesmo!" Levaram então o homem que tinha sido cego. Ora, era sábado, o dia em que Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego. Novamente, então lhe perguntaram, os fariseus, como tinha recuperado a visão. Respondeu-lhes: "Colocou lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!" Disseram então, alguns dos fariseus: "Este homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado". Mas outros diziam: "Como pode um pecador fazer tais sinais?" E havia muitas divergências entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: "E tu que dizes daquele que te abriu os olhos?" Respondeu: "É um profeta." Os fariseus disseram-lhe: "Tu nascestes todo em pecado e estas nos ensinando?" E expulsaram-no da comunidade. Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou lhe: "Acreditas no Filho do homem?" Respondeu ele: "Quem é, Senhor, para que eu creia nele?" Jesus disse: "Tu o estas vendo; é aquele que fala contigo". Exclamou ele: "Eu creio Senhor!" E prostrou-se diante de Jesus.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo dos Apóstolos)
℣.: Professemos a nossa fé:
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Pres.: Irmãos e irmãs, elevemos nossas preces a Deus Pai, que iluminou o mundo com a luz de Cristo, rezando (ou: cantando) com confiança:
℟.: No vosso imenso amor, iluminai-nos, Senhor.
1. Ó Pai de amor, que, por amor, nos enviastes vosso Filho; fortalecei a Igreja em Minecraft, para que viva sua missão
incansável de anunciar o Cristo, Luz das nações, neste meio virtual, oremos.
2. Ó Pai do céu, que, no vosso amor, nos concedeis todo bem; dai-nos viver na luz do vosso Filho, indo ao encontro de quem se sente abandonado, cansado e desabrigado, oremos.
3. Ó Pai querido, que, no vosso amor, nos escolheis; sustentai os que se preparam para os sacramentos da Iniciação Cristã nesta Páscoa e aqueles que vos buscam de coração sincero, oremos.
4. Ó Pai de Bondade, que destes a São Francisco de Assis á graça de viver na pobreza, na castidade, doando sua vida pelo pobres; daí-nos as mesmas graças que destes a nosso Pai Seráfico, e o espírito de renovação á nossa Ordem Seráfico, oremos.
5. Daí Senhor ao nosso Padre Custódio o sustento da alma e a renovação no Espírito Santo, para que consigo guiar está parcela do povo que lhe foi confiada, oremos.
6. Para que, os catecúmenos e toda a nossa comunidade (paroquial), participando na celebração da penitência, proclamemos a fé em Vós, fonte de toda luz e toda verdade e nos preparemos para celebrar a Páscoa, oremos.
Pres.: Senhor, que naquele cego de nascença manifestastes a vossa vontade, ouvi com bondade as nossas preces, e ensinai-nos a compreender e realizar com alegria o vosso plano de amor. Por Cristo Senhor nosso.
℟.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres.: Senhor, apresentamos com alegria estes dons, remédio de eterna salvação, pedindo suplicantes que os veneremos dignamente e os santifiqueis para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
PREFÁCIO
O Cego de nascença
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, nosso Senhor. Pelo mistério da encarnação, Jesus conduziu à luz da fé a humanidade que caminhava nas trevas, e elevou à dignidade de filhos e filhas os nascidos na escravidão do pecado, fazendo-os renascer das águas do Batismo. Por isso, todos os seres terrestres e celestes, adorando, entoam um cântico novo; e nós, com os anjos do céu, proclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
O CÉU E A TERRA, PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
1C - Fr. Diogo: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Bento, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
2C - Fr. Lucas Eduardo: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
3C - Fr. Márcio Lucas: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
DOXOLOGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
A assembleia aclama:
℟.: AMÉM
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS, DAI-NOS A VOSSA PAZ
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.
ANTÍFONA DA COMUNHÃO
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: O Senhor ungiu os meus olhos. Eu fui, lavei-me, comecei a ver e acreditei em Deus. (Jo 9,11.38)
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Ó Deus, luz de todo ser humano que vem a este mundo, iluminai nossos corações com o esplendor da vossa graça, para pensarmos sempre o que vos agrada e amar-vos de todo o coração. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
(Oração sobre o Povo)
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Protegei, Senhor, os que vos suplicam: sustentai os fracos, iluminai sempre com a vossa luz os que andam nas trevas da morte, e concedei que, por vossa misericórdia, libertados de todos os males, cheguemos aos bens supremos. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
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